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Adrão e o Ventor

Eu nasci na serra de Soajo e Adrão, nas suas encostas, é o meu berço

Adrão e o Ventor

Ventor nas suas caminhadas por Adrão e pela serra de Soajo

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Assar rojões na serra de Soajo, nos braseiros dos torgos da urze, é uma tradição de séculos. Os que eles estão a comer em cima, são estes. Eu estou de serviço às fotos.

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18.03.18

Eido, uma palavra que só usei quando era pequeno. Hoje vejo que, na Wikipédia, me diz que é um género de traça pertencente ao género Agonoxenidae, uma família de insectos da ordem Lepidoptera e que contém apenas quatro espécies em todo mundo. Parto do princípio que isto esteja certo mas, se não estiver, também pouco importa para o que eu pretendo.

Vemos que é um animal voador semelhante a muitos que me levam algum tempo a fotografa-los ou a tentar.

O meu eido é outro! Chama-se lugar de Adrão, na serra de Soajo. Recordo que, nesses tempos, estivessemos onde estivessemos, a canção cantada era sempre a mesma quando a hora chegasse. "Vamos para o eido"!

Para onde vais? Vou para o eido! Então vou contigo.

O Google diz-me que eido é o curral, o quintal, ... o ...

Penso que já vi, algures, que "eido" tem o significado galego de lugar e tem toda a lógica que seja assim. Quando eu digo que vou para o eido não estou a dizer que vou para o curral, para o quintal. Estou a dizer que vou para casa para comer e dormir se for no fim do dia ou para comer (almoçar) se for uma passagen intermédia. Na Assureira e Boedença também há currais e nunca ouvi dizer às pessoas outra coisa que não fosse: vou para Bordença ou vou para a Assureira. Nunca diziam, vou para o eido! Só o inverso é que era verdadeiro. Por isso, concluo que eido é o sítio definitivo onde temos o espaço necessário para fazermos a nossa vida normal. Onde fazemos o caldo, onde dormimos, onde temos a nossa base principal. É a nossa casa, o nosso lugar. Neste caso, o meu eido, era o Lugar de Adrão, não era o curral, nem o quintal.


As Montanhas Lindas do Ventor, são as montanhas da serra de Soajo, da serra Amarela, do Gerês, ... são as montanhas dos meus sonhos e são, também, as montanhas de toda a minha gente

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Luiz Franqueira e o Quico


Sou eu e o meu Quico. Éramos amigos inseparáveis. O Senhor da Esfera levou-mo e, três anos depois, o mesmo Senhor da Esfera, enviou-me o Pilantras


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Ticas2.jpg

Pilantras - o Ticas


O Pilantras também é lindo. A seu modo, já não fica a dever nada ao Quico. O Quico corria a meu lado a ver qual chegava primeiro ao computador. O Pilantras vai pela sucapa e ocupa a cadeira

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Este é o cão Sabujo de Soajo


Este cão é aquele a que hoje chamam o cão de Castro Laboreiro. Era o cão que as gentes de Soajo, segundo rezam as suas histórias bem como o Prof. Jorge Lage, pagavam em tributo aos reis de Portugal. Esse cão acompanhava os monteiros de Soajo nas guardas dos rebanhos e nas montarias reais

Comentários recentes

  • Ventor

    É isso mesmo, Eira-Velha.

  • Anónimo

    Sempre fotografias lindas da sua serra.Tudo de bom...

  • Anónimo

    Que é que eu posso dizer destas maravilhosas image...

  • Anónimo

    Desde miúdo que comecei a montar Garranos e a sua ...

  • Luis Franqueira

    Perdeste-te, ou já recuperaste o GPS?

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