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Adrão, na Grande Caminhada do Ventor

Eu nasci na serra de Soajo e Adrão é o meu berço. É um berço de granito e os lençóis são bordados com as mais belas flores de ericas, de carquejas, de urzes e muitas outras. Caminhem comigo e vejam

Eu nasci na serra de Soajo e Adrão é o meu berço. É um berço de granito e os lençóis são bordados com as mais belas flores de ericas, de carquejas, de urzes e muitas outras. Caminhem comigo e vejam

Adrão, na Grande Caminhada do Ventor

A foto do cabeçalho mostra urzes que podiam ser das montanhas de Adrão


Lobo na serra de Soajo

Piquenique nas Fontes, em Adrão

Último piquenique da Maria Bondeira comigo

Último sorriso da Maria Bondeira para mim
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Jul07

Tomás e Maria, em Adrão

Luiz Franqueira - Ventor

«Levou tempo, mas o Ventor lá conseguiu»!

Será este o pensamento do Tomás, tanto tempo à espera para ver as fotos que ele, a irmã, o pai e a mãe, andaram a tirar pelos meus trilhos sagrados. Sim, porque os incas tinham os seus "Trilhos Sagrados" lá por Machu Picchu, e eu também tenho os meus.

Se os incas tinham o seu vale sagrado do Unamambo, eu também tenho o meu vale sagrado "o vale do Curral das cabras".

Este era o caminho que levava o Ventor para a Assureira e o trazia

Foi em Abril que os meus "pilantrinhas" foram conhecer os trilhos do Ventor. Eles conheceram a minha escolinha e o espaço onde cresci enquanto aprendia o a, e, i, o, u. Aí o Tomás terá ficado estupfacto ao apreciar aquele pequeno edifício, fabuloso para o Ventor e compará-lo com a grandiosidade do sítio onde ele aprende, hoje, o seu a, e, i, o, u. Que mundos tão diferentes, dirá! Subiram ao Cruzeiro do Senhor da Paz e de lá desencantaram tudo aquilo que encantou o Ventor!

Este era o caminho que levava e trazia o Ventor para a sua escola do Senhor da Paz

Daquele cruzeiro ele pôde observar a grandiosidade das montanhas do Ventor, comparadas com as da linda serra onde vamos comer os nossos  travesseiros. A beleza duma debruçada sobre o mar, chorando a sua solidão e a beleza rude de todos aquele montes maravilhas que se tentam segurar uns aos outros na sua união sagrada através dos tempos telúricos, sempre esperando pelo Ventor.

O Porto d'Além! Este é o caminho que leva o Ventor ao Marco d'Além, às Fontes, a Paradela...

Terá ficado espantado quando o pai lhe mostrou a Assureira do Ventor e a sua beleza selvagem e infinita enterrada no meio de matagais sem fim e a tentar dar o braço aos seus lindos carvalhos a começarem a vestir as suas novas roupagens. Um dia mais tarde, se chegarem a caminhar por ali com o Ventor, aprenderão a destrinçar mundos tão distintos, tão diferentes e tão belos, mas nunca terão a oportunidade de passar todas as estações na sua caminhada em volta de Apolo, ano após ano, para apreciar a diferença de belezas sem fim.

As Montanhas Lindas do Ventor, são as montanhas da serra de Soajo, da serra da Peneda, da serra Amarela, do Gerês, ... são as montanhas dos seus sonhos e são, também, as montanhas da sua gente

Ventor, nas suas caminhadas | Divulga também a tua página

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Luiz Franqueira e o Quico

Sou eu e o meu Quico. Éramos amigos inseparáveis. O Senhor da Esfera levou-mo e, três anos depois, o mesmo Senhor da Esfera, enviou-me o Pilantras

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Pilantras - o Ticas

O Pilantras também é lindo. A seu modo, já não fica a dever nada ao Quico. O Quico corria a meu lado a ver qual chegava primeiro ao computador. O Pilantras vai pela sucapa e ocupa a cadeira


O Cão Sabujo de Soajp

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Este é o cão Sabujo de Soajo

Este cão é aquele a que hoje chamam o cão de Castro Laboreiro. Era o cão que as gentes de Soajo, segundo rezam as suas histórias e o Prof. Jorge Lage, pagavam em tributo aos reis de Portugal. Esse cão acompanhava os monteiros de Soajo nas guardas dos rebanhos e nas montarias reais

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